Túnel Iniciático mostra que o postulante deve mergulhar em seu interior para descobrir a luz

Mergulhar em seu interior para conhecer o seu grande inimigo o qual deverá combater por toda a vida é a função dos que pretendem tornar-se um Iniciado, assim funciona um “Poço Iniciático”, como o de Sintra, em Portugal, destaca Albino Neves, Mestre Templário do Brasil.

Buda já dizia que “é mais forte o homem que vence a si mesmo do que aquele que vence mil homens em combate”.

               Os Irmãos Edouard Muller, Albino Neves e André Cardoso no Poço Iniciático em Sintra

O Cristo afirmou que o maior mal “não é o que entra pela boca do homem, mas, o que dela sai”.

O “Poço Iniciático” tem como objetivo levar o postulante a um encontro consigo mesmo, visto que sem se conhecer e sem enfrentar os seus próprios fantasmas o homem sempre será vítima de si mesmo.

Quando o homem compreende que é ele mesmo o seu maior e mais feroz inimigo, passa a combater as suas imperfeições, em busca da luz que dentro de si existe.

Um Guerreiro Templário só será um grande Soldado de Cristo, na medida que vai derrubando suas imperfeições e, em seu lugar, vai introduzindo conceitos Crísticos, tornando-se um Monge.

                        

No Poço Iniciático de Sintra – Portugal, possibilita ao Iniciado constatar que só poderá encontrar a luz depois de vencer os seus próprios medos e temores.

Na cidade de Tomar, em Portugal, os Iniciados tinham que percorrer as entranhas da terra desde o Castelo Templário, Convento de Cristo, fundado pelo Mestre Templário de Portugal Galdim Pais, em 1160 até à Igreja de Santa Maria do Olival que se encontra na parte baixa da cidade. O trajeto era uma peregrinação solitária que o postulante deveria percorrer para que fosse possível enfrentar os seus temores e medos para que pudesse, robustecido pelo encontro consigo mesmo, estar apto para o combate externo, sendo que o primeiro medo a ser vencido pelo postulante era o medo da morte.

                                               

                      

 

                            

                 Edouard Muller, Albino Neves e Carmém antes da chegada ao Poço Iniciático em Sintra